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quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Velho Oeste - Sergio Martins






Minha oração me permite abrir os olhos para contemplar a beleza sagrada. Esta é a porção de luz diária que ponho no altar: o meu jardim interior dialoga com a realidade que necessita ser (re/des) construída.

Por isso, neste Velho Oeste, onde todos os dias ouve-se os tambores de Caos, eu, minúsculo capim num canto qualquer, sobrevivente e agradecido, danço com as flores: criança brincando entre os destroços pós-guerra, desdenhosa do mal que, em vão, insta prevalecer - na pequena terra que ainda respira um jardim.







Um comentário:

Luna disse...

è na simplicidade do universo que as orações saídas do coração entoão cânticos de louvar á beleza que o divino nos doou.

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