
Para minha surpresa, a bananeira seguiu sua definitiva partida após presentear a terra com seu broto. Um broto de esperança. Só depois fiquei sabendo que na sociedade das bananeiras há uma regra: antes da viagem definitiva, cada uma tem o dever de deixar um broto como sendo a materialização de todo amor recebido em vida. Lembrei-me da lição de Sheakspeare na estória de Romeu e Julieta: nossa vida e nossa luta não deve ser apenas pela liberdade, mas sobretudo para seguirmos o sonho e a felicidade no amor; caso essa expectativa seja frustrada, somente a morte poderá nos livrar da cruel prisão existencial.
6 comentários:
Sérgio
O Amor sempre dá fruto. Nem sempre do modo como nos habituamos a "ver".
A felicidade torna-se plena na conjunção das materializações dos diversos sentidos do Amor.
Abraços
SOL da Esteva
http://acordarsonhando.blogspot.com/
Sérgio..nem sempre a morte nos deixa a sensação de um final triste.
Aqui a morte..originou um recomeço.
Se vc assistiu o Cisne Negro ( recomendo ), foi o que eu entendi no final do filme.
Um bj
Ma
Oi, Sergio!
Vim aqui para ouvir um pouco das vozes do teu mar(ler-te), e deparei-me com um texto incrível, como só você sabe escrever, que reportou-me a minha infância... Tu tinhas como ponto de atração uma bananeira, e eu, uma árvore frondosa no fundo do quintal e que hoje existe só nas minhas lembranças... inquietas lembranças.
Muitos brotos de esperança para tua vida!!!
Beijos!
O amor liberta!
Bela comparação!
Bjs
Sergio...Uma feliz semana beijos meus,,Evanir..
Uma mente sensível extrai o melhor de qualquer experiência.
beijo
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