domingo, 17 de abril de 2011

Soneto de Abril por Sergio Martins




Lar feliz é teu louco amor por mim
onde me ponho ao sonho e em paz
sem ter que correr o eterno fim
só pra ter mais um brilho fugaz.

São olhos que ficam após o adeus
para atear os prazeres de chegadas,
colorir de aurora os passos meus
e fazer o reencontro de águas amadas.

É teu o meu contento - chuva que à minha mesa traz seu pão,
não me conte verdades; só a fantasia. Minha manhã de Abril,
se eternize. E assim, colocaremos nossas luzes nessa escuridão.

Agora que seu corpo é prazenteiro e risonho
de alegria, choramos juntos o leite derramado:
Via Láctea que se espalha na cama e perdura no sonho.



Foto: Google

4 comentários:

Maria Marluce disse...

Que todas as manhãs se eternizem belas e alegres, poeta.

Cristina Ramalho disse...

Que todos os LARES tenham PAZ!!! ;)

Por que você faz poema? disse...

Gosto das imagens provocadas pelos versos: do leite derramado e da Via Lactea.

NELL SANTOS disse...

Oi, Ségioooo!!!!Que sensação boa a de estar de volta, não é? Desde que seja para um lugar, para alguém ou para alguma outra coisa que realmente se goste! Que seja doce o seu regresso, estava com muita saudade de ti e de teus escritos!!! Vou tirar um tempinho para ler todas as postagens que ainda não li do seu lindo Blog!

Beijos, amigo!!! Estou mais feliz agora!

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