terça-feira, 2 de julho de 2013

Jurema - Sergio Martins




                          
Jurema, que (da cama ao chão) seu tempo dure,
o verde intenso e infindo de seu mar jure
(ser primavera) pro meu norte Juremar,
pra comermos e bebermos sem nos saciar.

Jurema, que toda essa minha jura
e teus poemas não tenham cura;
pra vivermos em susto e distração de um passear
e que seu olhar rime onde eu possa mergulhar.

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